Rebanhos indomáveis de mariposas conturbadas
Num vôo alvorotado,
Ficam pensantes na cabeceira do olhar
E sem afoitar-se, jogam-se ao léu
Pincelando as paredes brancas da sala
Com bombas de pó de serra
E rodopios alucinados
Sedentos de sua morfina-luz
Colados na lâmpada, rebatendo o corpo
Enquanto a luz dá-lhes a ilusão
O sol já vem para levá-las,
Do pó de que nasceram, do mesmo se vão.
Foto-Imagem extraída (Google).
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