Eu, ser humano sem conceito
Emaranhado no pensamento
Recuo ao pranto da loucura,
Vida seca na doçura
Como quem procura
A lacuna para se esconder,
Tentando escasso eu me vender
E deixar-me na balança pender
Com esse peso de pré-conceito,
Sem situação e sem direito
Meu refugo de respeito.
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