terça-feira, 5 de março de 2013
Pupila
Moça, me desculpe
e compreenda minha sutileza selvagem,
sou eu, um fiel amante de teus seios,
pois sim, são eles...teus verdadeiros olhos,
que vivem vendados pela seda do vestido
ainda tímidos a observar
que delicadamente aflora meu poema
indelicado,
são eles que apontam o olhar
perdido, e assim mesmo perco-me
dias e dias, tal como um suor,
um colírio escorrendo entre eles.
não me entenda mal, Pupila!
quem dera eu,
ver a flor de teus olhos desabrocharem,
sem timidez.
foto-imagem extraída (Google).
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