segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Desatando os nós e o ônibus que não chega
Rasgamos o tempo
Sem saber quanto era,
E de meio-passo, passamos
À calçada uma pegada
Incerta,
Profundamente a poesia
Do movimento se faz,
Desfazendo uma hora inteira,
Atando algumas sacolas em meio
Ao desato de alguns sorrisos .
Carregamos as mãos soltas
Tal como o cabelo ao sol
E vento brando.
Onde está, o barbante que nos amarra?
Que só de marra nos soltamos.
Gargalho ao ver, um movimento
Tão parado...quase que andando.
(Salvador, 13 novembro - Terminal de ônibus).
Foto-Imagem extraída (Google).
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