To respirando um ar ardente
De queimar os pulmões
De rasgar a carne,
E eu, que solto baforadas quentes
No teu pescoço
Pesco o osso e a carne do cangote
O cabelo deitado, cobrindo a ferida
Ferve a vida inteira no corpo
E como um cachorro farejo o bálsamo
De trás da orelha, suspiro, viro bicho
Pra matar o calor da pele e da boca de dragão.
Desenho - Imagem extraída (Google).

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