O teu cometa
atravessou rasgando o céu
naquele feixe de pó de
estrelas
no braço direito do
universo.
Via-se a infinitude das
estradas
estelares, essas
morte-e-vida suspensas
no incalculável espaço
vão.
De uma ponta a outra
onde tudo nunca começou e
provavelmente nunca terá
fim,
como que um flash, passou
as idas e as vidas.
Talvez o conhecimento
supremo,
esse delírio lunático,
nos leve ao seu nível de
êxtase maior,
ao infinito esquecimento.
foto-imagem extraída (Google).

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