O mar tem algo que me engole
Mariana comia o mar com os olhos,
aqueles que agora eram feitos de sal,
liquidando-se no solúvel sol-partindo
das frestas de fogo nas ondas,
eram os profetas das águas-brandas,
as mulheres de alma líquida,
as pedras lavadas de choro-de-peixe,
ficava ali saudosamente,
o fim de tarde mais "bunito":
Ana e o mar... Ma-ri-a-na.
foto-imagem extraída (Google).
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