
Adorna teu sorriso na estrada
E o bolso vazio de cansaço,
Escaço os passos, sozinha no pó das pedras
E a boca de poeira e sal
Do sertão, minha seca de saudade
Eis os lábios teus, salgados de mar
Ou apenas desbotados pelo sol.
Há apenas um motivo que lhe move,
Um dia e uma noite sem tristeza
Minha certeza, procurar-te
Pelo caminho das cercas
Estas de pau e arame que trilham as pegadas
Ao encontro,
Apanhar um cheiro de volta,
Um prefixo de um canto estradeiro.
(Foto-imagem cedida por D. Fabrícia)
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirÉ, achar a nordestina certa! Nesse caminhos do sertão, molhar a boca dela, mas não curto o gosto de sal do mar! Hehehe
ResponderExcluirEssa mulher pode ser Daiane. Aor!! Tomara q ela não veja o comentário!